Europa decide que provedores não podem bloquear pirataria
Enviado: Qui Dez 22, 2011 01:24
Foi definido nessa semana, a partir de uma lei em corte europeia, que os provedores de internet não podem ser mais obrigados a bloquear conteúdos piratas acessado pelos usuários de internet — e assinante do serviço de banda larga.
Assim como nos Estados Unidos, na Europa os estúdios de cinema, as gravadoras e os selos fonográficos se utilizam de instrumentos jurídicos para proteger o conteúdo que licenciam. Não é raro acionarem os provedores de internet para solicitar que rastreiem o que o usuário está acessando de pirataria. Esse mesmo grupo de empresas também tenta a todo custo bloquear o acesso a sites como o Pirate Bay.
As mesmas empresas também fazer com que os provedores sejam corresponsáveis pelo conteúdo que o internauta acessa. Digamos que você entre num site de filmes piratas: se depender delas, os provedores teriam que avisar imediatamente sobre o acesso. Isso, sob pena de arcarem com os custos caso a atitude renda uma ação judicial.
Na Inglaterra, o órgão de comunicações Ofcom passou por uma situação complicada ao ordenar o bloqueio de um site que contém links para arquivos piratas. Os principais provedores do país tiveram que seguir a determinação. Só que, no fim das contas, ela se mostrou ineficaz. E o governo teve que desistir da ideia.
Aqui no Brasil existem pouquíssimos casos em que esse tipo de coisa acontece. O principal problema da pirataria no país continua sendo a distribuição via camelô, popular entre as classes economicamente inferiores (porém, também marca presença entre os ricos).
Fonte: TechTudo
Assim como nos Estados Unidos, na Europa os estúdios de cinema, as gravadoras e os selos fonográficos se utilizam de instrumentos jurídicos para proteger o conteúdo que licenciam. Não é raro acionarem os provedores de internet para solicitar que rastreiem o que o usuário está acessando de pirataria. Esse mesmo grupo de empresas também tenta a todo custo bloquear o acesso a sites como o Pirate Bay.
As mesmas empresas também fazer com que os provedores sejam corresponsáveis pelo conteúdo que o internauta acessa. Digamos que você entre num site de filmes piratas: se depender delas, os provedores teriam que avisar imediatamente sobre o acesso. Isso, sob pena de arcarem com os custos caso a atitude renda uma ação judicial.
Na Inglaterra, o órgão de comunicações Ofcom passou por uma situação complicada ao ordenar o bloqueio de um site que contém links para arquivos piratas. Os principais provedores do país tiveram que seguir a determinação. Só que, no fim das contas, ela se mostrou ineficaz. E o governo teve que desistir da ideia.
Aqui no Brasil existem pouquíssimos casos em que esse tipo de coisa acontece. O principal problema da pirataria no país continua sendo a distribuição via camelô, popular entre as classes economicamente inferiores (porém, também marca presença entre os ricos).
Fonte: TechTudo