20 fiascos de pilotos em equipes grandes na F1

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20 fiascos de pilotos em equipes grandes na F1

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Alain Prost, apesar de ter conquistado quatro vezes a Fórmula 1 ao longo da carreira, frustrou quem acreditava que ele poderia brilhar na Ferrari. Contratado pela escuderia italiana em 1990, logo após ter conquistado o tri em 1989 a bordo da McLaren, o francês foi vice-campeão na temporada de estreia, mas no ano seguinte não conseguiu nenhuma vitória e foi demitido após reclamar publicamente da equipe e do carro. Veja a seguir outros 19 fiascos de pilotos em grandes escuderias da F1.

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Bicampeão pela Renault em 2005 e 2006, o espanhol Fernando Alonso foi a grande novidade da temporada 2007 ao fechar com a McLaren. No carro prateado inglês, entretanto, o asturiano não teve um bom comportamento: reclamou dos privilégios dados ao então novato Lewis Hamilton e teve o contrato rescindido, retornando no ano seguinte ao time francês.

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O italiano Andrea de Cesaris chegou à McLaren em 1981 e teve uma campanha pífia com a escuderia inglesa. Ao longo da temporada, ele conseguiu somente um ponto e não prosseguiu no time no ano seguinte.

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O italiano Ivan Capelli nunca tinha brilhado na Fórmula 1 entre 1985 e 1991, mas foi a aposta da Ferrari para 1992 e não correspondeu. Teve um desempenho péssimo, não subiu ao pódio em nenhuma etapa, abandonou a maioria das provas que disputou e acabou dispensado.

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O então jovem inglês Jenson Button foi contratado pela Benetton em 2001 depois de ter estreado pela Williams na temporada anterior e não deixou boa impressão na equipe. Ele chegou a ser chamado de playboy pelos diretores da escuderia e deixou o time em 2002.

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O escocês Johnny Dumfries pagou para correr pela Lotus em 1986 e ser companheiro de Ayrton Senna, mas não levou mais que dinheiro para a equipe. Enquanto o brasileiro foi o quarto colocado da temporada, o britânico ficou no 13º lugar, com inúmeros abandonos e nenhum pódio.

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Promessa do automobilismo naquela época, o finlandês Heikki Kovalainen foi para a McLaren em 2008 com o aval do bicampeão e compatriota Mikka Hakkinen para substituir Kimi Raikkonen. Mas o nórdico nunca conseguiu acompanhar o ritmo de Lewis Hamilton nas duas temporadas no time inglês e acabou retornando à Renault em 2010.

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O americano Michael Andretti foi contratado em 1993 para formar dupla com Ayrton Senna na McLaren, mas não foi capaz de sequer terminar a temporada. Ele acabou demitido durante o ano e sendo substituído pelo finlandês então piloto de testes Mika Hakkinen.

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O italiano Giancarlo Fisichella fazia uma temporada até certo ponto surpreendente em 2009, quando recebeu o convite da Ferrari para substituir o brasileiro Felipe Massa, afastado para se recuperar do grave acidente sofrido na Hungria. O veterano piloto, que havia sido segundo colocado na Bélgica com uma Force India, assumiu o controle do carro vermelho e foi decepcionante: nem pontuar conseguiu.

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Antes de Fisichella, a Ferrari havia promovido o "eterno" piloto de testes Luca Badoer para o posto de Massa. O veterano, então com 38 anos, foi decepcionante: obteve um 14º lugar, um 17º e foi ironizado pela torcida antes de ser dispensado do posto de titular. Na imagem, torcedor exibe bandeira dizendo que até a avó era mais rápida que o italiano com uma Ferrari.

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O francês Jacques Laffite, que havia chamado a atenção pela Ligier, ganhou a chance de mostrar seu talento na Williams em 1983, mas não correspondeu às expectativas. Resultado: deixou a escuderia duas temporadas depois.

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Jyrki Juhani Jarvilehto, ou JJ Lehto, não foi páreo para Michael Schumacher na Benetton em 1994. Enquanto o alemão faturou naquele ano seu primeiro título na F1, o finlandês acabou dispensado do time nas últimas provas da temporada. Pior: recebeu da imprensa o apelidado de JJ Lento.

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Piloto de testes da Williams, o espanhol Marc Gené foi promovido a titular para o lugar de Ralf Schumacher, que havia sofrido uma contusão em 2004. O piloto, entretanto, teve um desempenho aquém do esperado em suas duas primeiras provas e perdeu o posto no carro inglês para o brasileiro Antônio Pizzonia.

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O colombiano Juan Pablo Montoya chamou atenção nas Fórmulas 3000 e Indy e ganhou a chance na Fórmula 1 em 2001, pela Williams. Após boas temporadas, foi contratado pela McLaren em 2005, mas, no ano seguinte, anunciou que a partir de 2007 iria disputar a Nascar, principal competição Stock dos Estados Unidos. A McLaren não gostou muito da novidade e dispensou o sul-americano antes do final de 2006.

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Nigel Mansell foi contratado a peso de ouro pela Ferrari em 1989, para formar dupla com Alain Prost, mas não conseguiu repetir o desempenho brilhante que teve com a Williams. Ele retornou à antiga equipe em 1991 para ser campeão em 92.

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O inglês Mansell também foi protagonista de outro fiasco em 1995. Ele praticamente não correu pela McLaren no ano em questão: não se adaptou ao novo time, disse que não cabia no carro e correu apenas dois Grandes Prêmios antes de deixar a escuderia e oficializar a saída da principal categoria do automobilismo mundial

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Nelsinho Piquet não conseguiu repetir na F1 os mesmos resultados do pai. Campeão das Fórmulas 3 Inglesa e Sul-Americana e vice da GP2, o brasileiro estreou como titular da Renault em 2008 e foi discreto. Contudo, chamou mais atenção ao, após ser demitido na metade de 2009, admitir que recebeu uma ordem do diretor Flavio Briatore para causar um acidente em Cingapura e beneficiar o companheiro Fernando Alonso. Nelsinho perdeu espaço na categoria e agora corre na Nascar.

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Mesmo sem ter conquistado vitórias, o sueco Stefan Johansson se destacou com pódios pela Ferarri entre 1985 e 1986 e acabou na McLaren em 1987. O nórdico, entretanto, foi ofuscado: terminou o ano em sexto lugar e fora do time inglês, substituído por Ayrton Senna.

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O francês Jean Alesi, que correu pela Ferrari entre 1991 e 1995, foi contratado pela Benetton em 1996 para substituir o alemão Michael Schumacher, contratado pela escuderia italiana. Ainda que tivesse obtido resultados melhores do que o companheiro austríaco Gerhard Berger, não conseguiu vitórias e teve atuações abaixo do esperado.

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A McLaren contratou o inglês Mark Blundell em 1995 e não demorou para se arrepender da escolha. Ele teve uma temporada discreta e não permaneceu no time para 1996.

Fonte: Terra

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NightWolfBRA
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Re: 20 fiascos de pilotos em equipes grandes na F1

Mensagem por NightWolfBRA »

A do Button Benetton em 2001 foi sacanagem, o carro que ficou um lixo e o Briatore que não gostava dele por algum motivo, quase acabou com a careira dele.

O Fisichella quase dando ré na Ferrari eu não entendo até hj, o pior é que acho que ele teria tido chance de vencer em Monza com a Force India, foi atrás do sonho de correr pela Ferrari (natural, ainda mais pra um Italiano) e pode ter perdido a chance de realizar o sonho de vencer uma prova.

O JJ Lehto não era lento antes de correr com o Schumacher, tenho lá minhas dúvidas se mesmo antes de ser campeão o Schumacher já não tinha privilégios demais, não custa nada prum Briatore sabotar um piloto pra favorecer outro.

A do Montoya não foi bem um caso de fiasco, só que ele desistiu da F1.

O Mansell perder pro Prost era simplesmente natural, nunca foram do mesmo nível. Não sei pq alguém achou que seriam. Em 1995 sim foi um fiasco.

O Alesi em 1996 é outro caso que não merce culpa, o carro piorou ridiculamente, porque o Schmacher levou todo mundo bom de lá pra Ferrari. Acho que o fiasco do Alesi fica pelo conjunto da obra, por ter sido uma promessa mas só ter vencido uma corrida (e pq sobrou pra ele ainda).

Pra aumentar a lista, o Damon Hill conseguiu a façanha de ser campeão e ser dispensado no mesmo ano (1996), era claro que ele só foi campeão porque o carro era ridiculamente superior aos outros e porque o companheiro dele (Jacques Villeneuve) tava em seu 1º ano na categoria, então não fizeram a mínima questão de manter ele por lá. Acabou ganhando $ indo pra Arrows, mas vaga em equipe grande nunca mais.
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